O que Golfistas Apreciam no Condicionamento de Campos de Golfe?
por Aline Faé e Karl Danneberger
Enquanto escrevo este artigo, na véspera do Torneio The Masters, no Augusta National Golf Clube, nos Estados Unidos, leio a revista recém lançada “America's 100 Greatest Golf Courses/2009-10”. É o ranking mais abrangente dos campos de golfe americanos, que foram julgados por 900 juízes em sete categorias.
Uma das categorias é a condição do campo. A nova pergunta feita para os juízes sobre esta categoria foi: “Quão firme e veloz estavam os fairways, e quão firme, mas receptivo, estavam os greens no dia em que jogou no campo?”
A pergunta atual é diferente da feita na pesquisa anterior que questionava: “Como você avaliaria a qualidade de jogo dos tees, fairways e greens na data em que jogou no campo?”
A nova definição objetiva encorajar a conservação de água, recompensando os campos que não irrigam demasiadamente fairways e greens, de acordo com o presidente do comitê de seleção Sr. Ron Whitten. Outro objetivo era também desencorajar o overseeding em campos de golfe de bermudagrass durante sua dormência no inverno.
Dado esta mudança, é fascinante notar que o Augusta National Golf Club, que anteriormente ficou em 3º lugar, suplantou o Pine Valley no novo ranking entre os campos de perennial, alcançando o topo da lista em 1º lugar.
Há provavelmente outros fatores envolvidos na mudança de posição do Augusta National no ranking, mas quando consideramos que a indústria de golfe dos EUA como um todo (USGA, arquitetos, superintendentes de campo de golfe, etc) tem promovido práticas de manejo mais ecologicamente corretas e menos custosas, os golfistas, ainda assim, apreciam o novo look “green” do Augusta National.
Link para 100 Greatest Golf Courses



